Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres ...Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí.
(John Lennon)
Escola Estadual de Ensino Fundamental Ministro Francisco Brochado da Rocha.
domingo, 27 de setembro de 2009
a música
A música na educação envolve todas as áreas do conhecimento. Por isso é utilizada de forma contextualizada, no ensino em classes de alfabetização e letramento, facilitando o processo ensino - aprendizagem. Ensinar é apreciar o valor de uma peça musical, despertando na criança o gosto pela música, aquisição de novos conhecimentos, concentração, autonomia, criticidade, sendo um importante instrumento didático no processo de alfabetização e letramento”.Sonia Kramer
Nesse contexto a música Aquarela de Toquinho traz imensas possibilidades para o trabalho pedagógico, podendo ser trabalhada de forma interdisciplinar nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental."Trabalhando com música trazemos um pouco mais de alegria e poesia para o universo da sala de aula".
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...
Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...S
e um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...
Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando HavaíPequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...
Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...
Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convidaA rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfimDescolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...
Nesse contexto a música Aquarela de Toquinho traz imensas possibilidades para o trabalho pedagógico, podendo ser trabalhada de forma interdisciplinar nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental."Trabalhando com música trazemos um pouco mais de alegria e poesia para o universo da sala de aula".
Aquarela
Composição: Toquinho / Vinicius de Moraes
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...
Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...S
e um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...
Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando HavaíPequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...
Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...
Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convidaA rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfimDescolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...
resenha do filme 'escritores da liberdade"
Escritores da liberdade
O filme “Escritores da liberdade” traz em seu enredo importantes reflexões sobre a educação, bem como a importância do papel do educador no ambiente em que atua. A professora Erin Gruwell inicia suas atividades em uma turma de primeiro ano do Ensino Médio lecionando as disciplinas de inglês e literatura.Ao chegar na escola, cheia de sonhos e ideais, se depara com uma dura realidade: violência, desmotivação, indisciplina e discriminação. Sua turma era formada por alunos de várias etnias, vindas de uma realidade social violenta e traziam consigo o estigma da exclusão, também sofrida dentro da escola.No primeiro contato com os alunos a Senhora G, como passou a ser chamada na turma, utilizou o método tradicional, não atingindo os alunos que, desmotivados, apresentavam sérios problemas de disciplina.Em uma tentativa de desenvolver um trabalho mais próximo à realidade dos alunos, Erin leva música para a sala de aula. Surpreendida com a reação agressiva dos alunos escuta afirmações como: “Você não faz a menor idéia do que fazer aí na frente”; “O quê você faz aqui dentro que muda alguma coisa na minha vida?”Diante dessa situação e de um desenho que recolhe de um aluno, ela faz uma retomada colocando sobre o fato histórico que marcou a humanidade com a discriminação e a morte de judeus e de outras minorias: o Holocausto.Esse episódio em sala de aula marca o primeiro momento de sensibilização, tanto para os alunos como para a professora, que compreende a dor dos alunos diante da realidade que vivem.Certamente a instituição em seu contexto de ação não oportunizava momentos de aprendizagem, pois rotulava esses alunos, desacreditando seu potencial e não oferecendo recursos e apoio ao trabalho pedagógico, sendo assim, a integração era uma mentira, não ocorrendo na sua prática.Buscando uma nova metodologia, a professora aplica um jogo que envolve perguntas sobre a vida dos alunos e colhe os primeiros resultados no seu trabalho.Percebendo a necessidade de trabalhar os sentimentos diante de suas vivências, traz a proposta da construção de um diário, onde os alunos escreveriam sobre as coisas boas ou ruins que já viveram.O investimento em leituras significativas, mesmo diante da falta de apoio da direção e coordenação pedagógica, traz resultados surpreendentes, sendo, então, realizado um projeto de literatura com o livro “Diário de Anne Frank”. O projeto envolveu atividades como visitação a espaços culturais, festa para arrecadação de verbas, escrita de cartas para a senhora que abrigou Anne Frank, o que culminou em um encontro dos alunos com a mesma.Os alunos, além de passarem a se sentir parte integrante do processo de aprendizagem, colaborando com idéias para as aulas, começam a mudar sua vida, passando a fazer escolhas que fazem a diferença. Eis aí o grande papel do educador, ser um agente de transformação no ambiente que atua.Os escritos dos alunos resultaram em um livro “O diário dos escritores da liberdade”, lançado nos Estados Unidos em 1999, e o trabalho realizado pela professora influenciou várias escolas no país.Através dessa obra, podemos fazer uma reflexão profunda sobre a educação na atualidade, que muitas vezes está marcada pela falta de apoio e compromisso por parte de profissionais e de autoridades.É necessário desenvolver um trabalho de resgate de valores, em que a diversidade seja percebida como uma riqueza e não como um empecilho do trabalho pedagógico. Devemos oferecer aos alunos atividades significativas, que venham ao encontro das suas necessidades, valorizando a bagagem trazida da sua realidade social.Nesse sentido, a escola deve ser um ambiente acolhedor, onde todos se sintam comprometidos e valorizados. A busca pela superação do fracasso escolar é certamente a grande preocupação dos profissionais da educação na atualidade.É necessário aos educadores, além de referencial teórico, promover um conjunto de ações que possibilitem trabalhar o aluno como um sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem, investigando e trabalhando as suas dificuldades, estabelecendo novas relações na busca do conhecimento.Nesse contexto, surge a necessidade da presença de um profissional preparado para enfrentar esses desafios junto ao corpo docente e demais segmentos da comunidade: o supervisor escolar.A supervisão tem um papel político-pedagógico e de liderança no espaço escolar. Atualmente se busca a construção de uma nova identidade supervisora, que atenda às demandas de um momento histórico que busca novas significações, e em que novos desafios se inserem no cotidiano das instituições de ensino. Esse profissional tem que se (re) construir; na sua identidade, auto-conhecimento, função social e profissional.Falar de educação é falar de um compromisso que ultrapassa os muros da escola e acompanha o educador em todas as suas jornadas. O Exemplo de Erin Gruwell mostra-nos exatamente isso, o dever do professor para consigo mesmo de ir além das fronteiras do que lhe é formalmente exigido, buscando propiciar aos seus alunos uma formação verdadeiramente humana, nas mais variadas dimensões pedagógicas, éticas e afetivas que isso venha representar.
O filme “Escritores da liberdade” traz em seu enredo importantes reflexões sobre a educação, bem como a importância do papel do educador no ambiente em que atua. A professora Erin Gruwell inicia suas atividades em uma turma de primeiro ano do Ensino Médio lecionando as disciplinas de inglês e literatura.Ao chegar na escola, cheia de sonhos e ideais, se depara com uma dura realidade: violência, desmotivação, indisciplina e discriminação. Sua turma era formada por alunos de várias etnias, vindas de uma realidade social violenta e traziam consigo o estigma da exclusão, também sofrida dentro da escola.No primeiro contato com os alunos a Senhora G, como passou a ser chamada na turma, utilizou o método tradicional, não atingindo os alunos que, desmotivados, apresentavam sérios problemas de disciplina.Em uma tentativa de desenvolver um trabalho mais próximo à realidade dos alunos, Erin leva música para a sala de aula. Surpreendida com a reação agressiva dos alunos escuta afirmações como: “Você não faz a menor idéia do que fazer aí na frente”; “O quê você faz aqui dentro que muda alguma coisa na minha vida?”Diante dessa situação e de um desenho que recolhe de um aluno, ela faz uma retomada colocando sobre o fato histórico que marcou a humanidade com a discriminação e a morte de judeus e de outras minorias: o Holocausto.Esse episódio em sala de aula marca o primeiro momento de sensibilização, tanto para os alunos como para a professora, que compreende a dor dos alunos diante da realidade que vivem.Certamente a instituição em seu contexto de ação não oportunizava momentos de aprendizagem, pois rotulava esses alunos, desacreditando seu potencial e não oferecendo recursos e apoio ao trabalho pedagógico, sendo assim, a integração era uma mentira, não ocorrendo na sua prática.Buscando uma nova metodologia, a professora aplica um jogo que envolve perguntas sobre a vida dos alunos e colhe os primeiros resultados no seu trabalho.Percebendo a necessidade de trabalhar os sentimentos diante de suas vivências, traz a proposta da construção de um diário, onde os alunos escreveriam sobre as coisas boas ou ruins que já viveram.O investimento em leituras significativas, mesmo diante da falta de apoio da direção e coordenação pedagógica, traz resultados surpreendentes, sendo, então, realizado um projeto de literatura com o livro “Diário de Anne Frank”. O projeto envolveu atividades como visitação a espaços culturais, festa para arrecadação de verbas, escrita de cartas para a senhora que abrigou Anne Frank, o que culminou em um encontro dos alunos com a mesma.Os alunos, além de passarem a se sentir parte integrante do processo de aprendizagem, colaborando com idéias para as aulas, começam a mudar sua vida, passando a fazer escolhas que fazem a diferença. Eis aí o grande papel do educador, ser um agente de transformação no ambiente que atua.Os escritos dos alunos resultaram em um livro “O diário dos escritores da liberdade”, lançado nos Estados Unidos em 1999, e o trabalho realizado pela professora influenciou várias escolas no país.Através dessa obra, podemos fazer uma reflexão profunda sobre a educação na atualidade, que muitas vezes está marcada pela falta de apoio e compromisso por parte de profissionais e de autoridades.É necessário desenvolver um trabalho de resgate de valores, em que a diversidade seja percebida como uma riqueza e não como um empecilho do trabalho pedagógico. Devemos oferecer aos alunos atividades significativas, que venham ao encontro das suas necessidades, valorizando a bagagem trazida da sua realidade social.Nesse sentido, a escola deve ser um ambiente acolhedor, onde todos se sintam comprometidos e valorizados. A busca pela superação do fracasso escolar é certamente a grande preocupação dos profissionais da educação na atualidade.É necessário aos educadores, além de referencial teórico, promover um conjunto de ações que possibilitem trabalhar o aluno como um sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem, investigando e trabalhando as suas dificuldades, estabelecendo novas relações na busca do conhecimento.Nesse contexto, surge a necessidade da presença de um profissional preparado para enfrentar esses desafios junto ao corpo docente e demais segmentos da comunidade: o supervisor escolar.A supervisão tem um papel político-pedagógico e de liderança no espaço escolar. Atualmente se busca a construção de uma nova identidade supervisora, que atenda às demandas de um momento histórico que busca novas significações, e em que novos desafios se inserem no cotidiano das instituições de ensino. Esse profissional tem que se (re) construir; na sua identidade, auto-conhecimento, função social e profissional.Falar de educação é falar de um compromisso que ultrapassa os muros da escola e acompanha o educador em todas as suas jornadas. O Exemplo de Erin Gruwell mostra-nos exatamente isso, o dever do professor para consigo mesmo de ir além das fronteiras do que lhe é formalmente exigido, buscando propiciar aos seus alunos uma formação verdadeiramente humana, nas mais variadas dimensões pedagógicas, éticas e afetivas que isso venha representar.
sábado, 26 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A Poesia entre jovens e adultos - Projeto
PROJETO ARTÍSTICO CULTURAL
OFICINAS LITERÁRIAS
“ A POESIA ENTRE JOVENS E ADULTOS”
A E.E.E.Fundamental Ministro Francisco Brochado da Rocha, abriu as suas portas para receber o Projeto Cultural – Oficinas Literárias - “A Poesia entre Jovens e Adultos”.Com o objetivo de estimular a leitura e escrita poética na escola, as profªs licenciada em Língua Portuguesa Maristela Machado Corrêa e em Língua Francesa Simone Costa Cunha apresentaram o projeto às turmas do EJA / 7ª e 8ª série, espaço cedido na disciplina de Língua Portuguesa, ministrada pela profª Dóris Silveira Espíndola,onde os alunos foram convidados a conhecer o universo poético da literatura brasileira.
O Projeto Cultural – “Oficinas Literárias”, teve sua atividade motivadora realizada no dia 10 de setembro, com um recital de poesia em homenagem ao ano da França no Brasil- um momento único onde a Língua Francesa teve destaque na voz da professora Simone Costa Cunha declamando a poesia “NE ME QUITTE PAS” , assim, os alunos tiveram a oportunidade de interagir com a cultura francesa através da poesia e da música.
As atividades do Projeto “Oficinas Literárias” estão previstas para serem realizadas em cinco encontros, que serão desenvolvidos semanalmente no laboratório de informática da escola, com culminância prevista em 29 de outubro de 2009.Durante o projeto, os alunos serão agraciados com diferentes propostas de trabalho:
a)“A Poesia na Internet” - uma atividade de pesquisa visando proporcionar o contato dos alunos com poetas brasileiros, oportunizando-os a conhecer suas biografias e obras;
b)“A Poesia está no Ar”, atividade em que os alunos farão a seleção de poemas na internet para leitura e discussão no grupo;
c)“Ciranda da Poesia” , atividade de análise e apresentação das poesias selecionadas, um momento em que também será aberto um espaço cultural para mostra de produção poética dos alunos-escritores do EJA;
d)“Recital Poético”, com declamação de poesias selecionadas pelos alunos, apresentação biográfica dos autores e organização de uma “POEMOTECA“ com vida e obra dos poetas brasileiros estudados durante o projeto.
O momento mágico do projeto será sua culminância onde estão sendo organizados os preparativos para a realização do “1º SARAU LITERÁRIO ARTÍSTICO CULTURAL” - uma atividade cultural e de entretenimento por meio da literatura, da arte e da música , privilegiando artistas, músicos e escritores da escola e do município.
O Projeto “Oficinas Literárias”, busca nesta oportunidade parcerias com as Secretarias da Cultura, da Educação e do Turismo, além de artistas da terra interessados nessa proposta cultural e educativa, contando também com o apoio dos meios de comunicação para a divulgação e interação.
As professoras, coordenadoras do projeto desde já agradecem à equipe diretiva da escola e a todos os envolvidos .
OFICINAS LITERÁRIAS
“ A POESIA ENTRE JOVENS E ADULTOS”
A E.E.E.Fundamental Ministro Francisco Brochado da Rocha, abriu as suas portas para receber o Projeto Cultural – Oficinas Literárias - “A Poesia entre Jovens e Adultos”.Com o objetivo de estimular a leitura e escrita poética na escola, as profªs licenciada em Língua Portuguesa Maristela Machado Corrêa e em Língua Francesa Simone Costa Cunha apresentaram o projeto às turmas do EJA / 7ª e 8ª série, espaço cedido na disciplina de Língua Portuguesa, ministrada pela profª Dóris Silveira Espíndola,onde os alunos foram convidados a conhecer o universo poético da literatura brasileira.
O Projeto Cultural – “Oficinas Literárias”, teve sua atividade motivadora realizada no dia 10 de setembro, com um recital de poesia em homenagem ao ano da França no Brasil- um momento único onde a Língua Francesa teve destaque na voz da professora Simone Costa Cunha declamando a poesia “NE ME QUITTE PAS” , assim, os alunos tiveram a oportunidade de interagir com a cultura francesa através da poesia e da música.
As atividades do Projeto “Oficinas Literárias” estão previstas para serem realizadas em cinco encontros, que serão desenvolvidos semanalmente no laboratório de informática da escola, com culminância prevista em 29 de outubro de 2009.Durante o projeto, os alunos serão agraciados com diferentes propostas de trabalho:
a)“A Poesia na Internet” - uma atividade de pesquisa visando proporcionar o contato dos alunos com poetas brasileiros, oportunizando-os a conhecer suas biografias e obras;
b)“A Poesia está no Ar”, atividade em que os alunos farão a seleção de poemas na internet para leitura e discussão no grupo;
c)“Ciranda da Poesia” , atividade de análise e apresentação das poesias selecionadas, um momento em que também será aberto um espaço cultural para mostra de produção poética dos alunos-escritores do EJA;
d)“Recital Poético”, com declamação de poesias selecionadas pelos alunos, apresentação biográfica dos autores e organização de uma “POEMOTECA“ com vida e obra dos poetas brasileiros estudados durante o projeto.
O momento mágico do projeto será sua culminância onde estão sendo organizados os preparativos para a realização do “1º SARAU LITERÁRIO ARTÍSTICO CULTURAL” - uma atividade cultural e de entretenimento por meio da literatura, da arte e da música , privilegiando artistas, músicos e escritores da escola e do município.
O Projeto “Oficinas Literárias”, busca nesta oportunidade parcerias com as Secretarias da Cultura, da Educação e do Turismo, além de artistas da terra interessados nessa proposta cultural e educativa, contando também com o apoio dos meios de comunicação para a divulgação e interação.
As professoras, coordenadoras do projeto desde já agradecem à equipe diretiva da escola e a todos os envolvidos .
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Produção de texto - EJA - Etapa 6
Meu Querido Brasil
Brasil és belo, és forte , verde , amarelo , branco , azul anil.
Eu tenho orgulho de ser brasileiro e me orgulho de ter nascido neste pampa gaúcho.
Sou gaúcho brasileiro.
Sou gaúcho guerreiro.
Luto pelo meu pampa, honrando a minha Pátria.
Sou um cidadão e tenho orgulho de pisar neste chão.
Lutem por si , mas não abandonem a sua Pátria.
Não importa a cor ou raça.
Lutem... Lutem e não desista dos seus sonhos.
Povo brasileiro, se torna guerreiro
O Brasil é assim
cheio de miséria , fome e desgraça
mas o Brasil tem raça.
O Brasil e os políticos,
isso tinha que haver uma cassação
para acabar com esses ladrões
que enche o Brasil de corrupção.
O Brasil ainda há de melhorar.
Essa história vai acabar.
Aluno : Arlindo - Etapa 6
Professora : Dóris Espíndola
Disciplina : Português
Brasil és belo, és forte , verde , amarelo , branco , azul anil.
Eu tenho orgulho de ser brasileiro e me orgulho de ter nascido neste pampa gaúcho.
Sou gaúcho brasileiro.
Sou gaúcho guerreiro.
Luto pelo meu pampa, honrando a minha Pátria.
Sou um cidadão e tenho orgulho de pisar neste chão.
Lutem por si , mas não abandonem a sua Pátria.
Não importa a cor ou raça.
Lutem... Lutem e não desista dos seus sonhos.
Povo brasileiro, se torna guerreiro
O Brasil é assim
cheio de miséria , fome e desgraça
mas o Brasil tem raça.
O Brasil e os políticos,
isso tinha que haver uma cassação
para acabar com esses ladrões
que enche o Brasil de corrupção.
O Brasil ainda há de melhorar.
Essa história vai acabar.
Aluno : Arlindo - Etapa 6
Professora : Dóris Espíndola
Disciplina : Português
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Produção de texto - EJA -Etapa 5
Por que gosto do Brasil?
Apesar da violência nas grandes cidades,
dos políticos corruptos,
do preconceito, da discriminação,
O Brasil ainda é um dos países mais belos do mundo,
com belas praias, pessoas que acreditam no futuro da Nação.
Drogas, prostituição, menores dormindo nas ruas, passando necessidades,
Tudo isso depende de todos nós fazermos nossa parte , dos políticos
fazerem sua parte.
Brasil! terra de bom futebol, de grandes bandas de rock, de grandes poetas,
de grandes escritores, de gente inteligente, capaz de mudar.
Povo trabalhador, eu gosto do Brasil , porque é um país dos mais belos do mundo.
Aluno : Jairo da Costa Borges
Professora: Dóris Silveira Espíndola
Data : 08/09/2009
Apesar da violência nas grandes cidades,
dos políticos corruptos,
do preconceito, da discriminação,
O Brasil ainda é um dos países mais belos do mundo,
com belas praias, pessoas que acreditam no futuro da Nação.
Drogas, prostituição, menores dormindo nas ruas, passando necessidades,
Tudo isso depende de todos nós fazermos nossa parte , dos políticos
fazerem sua parte.
Brasil! terra de bom futebol, de grandes bandas de rock, de grandes poetas,
de grandes escritores, de gente inteligente, capaz de mudar.
Povo trabalhador, eu gosto do Brasil , porque é um país dos mais belos do mundo.
Aluno : Jairo da Costa Borges
Professora: Dóris Silveira Espíndola
Data : 08/09/2009
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