
Escola Estadual de Ensino Fundamental Ministro Francisco Brochado da Rocha.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Formandos...
O sucesso é daqueles que batalham,
e com toda certeza vocês são merecedores desse sucesso.
Parabéns pela formatura!
Que a alegria da formatura hoje,fique para sempre em vocês, para que a felicidade também contagiem aqueles que da sua profissão se beneficiarem.
meus parabéns!
Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais,e hoje nesta formatura vocês provam serem parte dessas pessoas.
A conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes,sempre apontando para um futuro muito luminoso.
Parabéns e muito sucesso!
Por acreditar que este dia chegaria,vocês se esforçaram e buscaram a cada dia os seus sonhos.
Merecidamente venceram, e hoje os aplausos são todos para vocês!
Parabéns, Formandos!
Os que vocês alcançaram hoje é uma pequena parte do que vocês ainda podem conquistarem com o talento.
Parabéns!
O talento,a força de vontade e a persistência trouxeram vocês até aqui.Parabéns!Esperamos que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas.
Com carinho da Direção e supervisão da E.E.M.F. Brochado da Rocha.
Arroio Grande / dezembro de 2009.
O sucesso é daqueles que batalham,
e com toda certeza vocês são merecedores desse sucesso.
Parabéns pela formatura!
Que a alegria da formatura hoje,fique para sempre em vocês, para que a felicidade também contagiem aqueles que da sua profissão se beneficiarem.
meus parabéns!
Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais,e hoje nesta formatura vocês provam serem parte dessas pessoas.
A conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes,sempre apontando para um futuro muito luminoso.
Parabéns e muito sucesso!
Por acreditar que este dia chegaria,vocês se esforçaram e buscaram a cada dia os seus sonhos.
Merecidamente venceram, e hoje os aplausos são todos para vocês!
Parabéns, Formandos!
Os que vocês alcançaram hoje é uma pequena parte do que vocês ainda podem conquistarem com o talento.
Parabéns!
O talento,a força de vontade e a persistência trouxeram vocês até aqui.Parabéns!Esperamos que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas.
Com carinho da Direção e supervisão da E.E.M.F. Brochado da Rocha.
Arroio Grande / dezembro de 2009.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Notebook por professor
Notebook por professor
Professor Digital: adesão começa na próxima semana.
O Projeto de Lei que cria o Programa Professor Digital foi aprovado nesta terça-feira, 8, na Assembléia Legislativa.
A iniciativa, que oferecerá linha de financiamento do Banrisul para professores comprarem notebook, foi estendida a docentes inativos e servidores de escolas.
A governadora Yeda Crusius deverá sancionar o projeto nas próximas horas.
Os interessados que aderirem ao programa terão o período de 14 a 31 de dezembro através do site www.professor.rs.gov.br.
A partir de 11 de janeiro, os inscritos poderão comparecer em qualquer agência do Banrisul para assinar o financiamento, que estará sujeito a análise e aprovação de crédito.
Os educadores poderão adquirir computadores portáteis com desconto estimado em 35% do valor de mercado em até 36 parcelas sem juros.
Para fazer o cadastro no programa, o professor deve informar sua identificação funcional (matrícula), CPF, selecionar o equipamento desejado e a opção de financiamento.
O notebook será entregue na casa do educador em até 45 dias úteis, após a assinatura do financiamento.
A primeira parcela será debitada em folha de pagamento, no mínimo, 60 dias após a aprovação do crédito e entrega do computador.
Para o secretário estadual da Educação, Ervino Deon, agora os professores têm a oportunidade de adquirir uma ferramenta fundamental para o exercício da atividade pedagógica. Deon explicou que o Governo do Estado está buscando facilitar a compra de notebook e ao mesmo tempo oferecer capacitações aos educadores, por meio dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), ligados à Secretaria da Educação (SEC). -
O objetivo do Governo não é apenas facilitar a compra de notebook, mas também proporcionar condições que ajudem os educadores no trabalho pedagógico. Já capacitamos cerca de 3,5 mil docentes e outros 3 mil estão em processo de formação nos NTEs, lembrou o secretário da Educação.
Professor Digital: adesão começa na próxima semana.
O Projeto de Lei que cria o Programa Professor Digital foi aprovado nesta terça-feira, 8, na Assembléia Legislativa.
A iniciativa, que oferecerá linha de financiamento do Banrisul para professores comprarem notebook, foi estendida a docentes inativos e servidores de escolas.
A governadora Yeda Crusius deverá sancionar o projeto nas próximas horas.
Os interessados que aderirem ao programa terão o período de 14 a 31 de dezembro através do site www.professor.rs.gov.br.
A partir de 11 de janeiro, os inscritos poderão comparecer em qualquer agência do Banrisul para assinar o financiamento, que estará sujeito a análise e aprovação de crédito.
Os educadores poderão adquirir computadores portáteis com desconto estimado em 35% do valor de mercado em até 36 parcelas sem juros.
Para fazer o cadastro no programa, o professor deve informar sua identificação funcional (matrícula), CPF, selecionar o equipamento desejado e a opção de financiamento.
O notebook será entregue na casa do educador em até 45 dias úteis, após a assinatura do financiamento.
A primeira parcela será debitada em folha de pagamento, no mínimo, 60 dias após a aprovação do crédito e entrega do computador.
Para o secretário estadual da Educação, Ervino Deon, agora os professores têm a oportunidade de adquirir uma ferramenta fundamental para o exercício da atividade pedagógica. Deon explicou que o Governo do Estado está buscando facilitar a compra de notebook e ao mesmo tempo oferecer capacitações aos educadores, por meio dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), ligados à Secretaria da Educação (SEC). -
O objetivo do Governo não é apenas facilitar a compra de notebook, mas também proporcionar condições que ajudem os educadores no trabalho pedagógico. Já capacitamos cerca de 3,5 mil docentes e outros 3 mil estão em processo de formação nos NTEs, lembrou o secretário da Educação.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ah!!!!! os professores...
O ano é 2059 D.C. - ou seja, daqui a cinquenta anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: – Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante.
E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”.
Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas.
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular.
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.
Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados.
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda.
Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país.
Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores.
Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...
Autoria Desconhecida
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante.
E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”.
Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas.
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular.
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.
Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados.
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda.
Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país.
Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores.
Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...
Autoria Desconhecida
"Eu me exponho melhor no silêncio."
(Clarice Lispector)
Que cada um de nós possa se expor sem ferir a individualidade do outro. Seja no silêncio ou na palavra, lembrando sempre que, nos gestos do cotidiano, é necessário levarmos conosco sempre um bom tanto de compreensão e de tolerância, seja na palavra que tranquiliza ou no silêncio que faz pensar.
BOM DOMINGO!!!!!!!!!!
(Clarice Lispector)
Que cada um de nós possa se expor sem ferir a individualidade do outro. Seja no silêncio ou na palavra, lembrando sempre que, nos gestos do cotidiano, é necessário levarmos conosco sempre um bom tanto de compreensão e de tolerância, seja na palavra que tranquiliza ou no silêncio que faz pensar.
BOM DOMINGO!!!!!!!!!!
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